Diga NÃO À “REFORMA DA PREVIDÊNCIA” - Reaja agora ou morra trabalhando! TEMER: ESSA CONTA NÓS NÃO VAMOS PAGAR

Por: Guilherme Freitas Gomes em 27/04/2017

O Movimento Sindical, Popular, Estudantil, Centrais Sindicais, o Centro de Defesa dos Direitos Humanos, e a Sociedade Civil Organizada de petrópolis, convocam toda a população e a classe trabalhadora, para a GREVE GERAL, no dia 28 de abril, sexta-feira, com atos e manifestações, contra as reformas da previdência social, reforma trabalhista e contra a terceirização.  

O atual governo de Michel Temer revela-se como o verdadeiro exterminador do futuro e da conquista de direitos. Depois da PEC da Morte, que congela os investimentos em saúde (destruindo o SUS), da educação e dos programas sociais por 20 anos, agora quer acabar com o seu legítimo direito à aposentadoria - e mais esse ataque nós não iremos aceitar - devemos resistir juntos contra todos os retrocessos deste atual governo antipovo.

Com essa reforma teremos que TRABALHAR ATÉ MORRER E NÃO NOS APOSENTARMOS - É O FIM DO DIREITO À APOSENTADORIA. A proposta da Previdência (PEC 287) enviada ao Congresso Nacional pelo Governo Federal contém regras absurdas e desumanas, que acabam com direitos históricos conquistados pelos trabalhadores.

O Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis (CDDH) convoca toda a comunidade petropolitana, os trabalhadores, a juventude, os amigos para integrarem o Dia Nacional de Paralisação e Mobilizações - a GREVE GERAL, Contra a Reforma da Previdência que será realizado em todo País neste 28 de abril.

Aqui na cidade de Petrópolis o ato irá acontecer hoje, às 17 horas na Praça da Inconfidência, no Centro da cidade, próximo à rodoviária.

“As reformas da previdência, trabalhista e lei da terceirização são apenas uma amostra desse governo golpista. Essas medidas querem retirar  os direitos conquistados em décadas de luta do movimento operário. Não podemos aceitar isso! A única forma de frear esse retrocesso é com a classe trabalhadora organizada, o dia 28 deve ser mais um marco a favor dos interesses populares na correlação de forças. Então, temos que organizar os Comitês Populares Contra as Reformas onde seja possível discutir para construir uma alternativa que rompa com a estrutura econômica e social do Brasil.” afirmou Vitor Sales, educador do CDDH.

A população vem demonstrando em várias oportunidades, com manifestações de ruas, nos estádios de futebol, teatros, etc seu repúdio a essa quadrilha que assumiu o poder em Brasília. Agora, é hora de transformarmos toda essa rebeldia em manifestação organizada contra mais esse ataque aos trabalhadores.

“A reforma da previdência representa o comprometimento excessivo de um governo não legítimo com o mercado financeiro, comprometimento que motivou uma mudança paradigmática e abrupta na relação do Estado com a sociedade, principalmente com a classe trabalhadora, promovendo uma onda de retrocessos em relação a políticas de inclusão democrática, ameaçando direitos constitucionalmente garantidos como a CLT por meio de projetos de flexibilização. Tudo isso atendendo a interesses ao capital privado.” afirmou Jean Costa, coordenador do CDDH.

Apresentada ao Congresso Nacional pelo governo Temer, a reforma da Previdência, que neste início de ano é a pauta principal das manifestações, pretende mudar a idade mínima de aposentadoria para 65 anos tanto para homens quanto para as mulheres e aumentar o tempo de contribuição mínima de 15 para 25 anos. Levando em consideração que a expectativa de vida nas periferias – onde se concentra a maior parte da classe trabalhadora – e em muitas cidades é de 58 anos, grande parte dos brasileiros, pela proposta, deve morrer sem conseguir se aposentar. De acordo com esta reforma alguns benefícios também poderão ser desvinculados do salário mínimo, diminuindo o valor da aposentadoria ao longo do tempo.